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DESINDUSTRIALIZAÇÃO ANTES DA PANDEMIA

  Um período escolhido, do último ano de superávit fiscal, 2013, passando pela forte recessão, do segundo trimestre de 2014 até o último trimestre de 2016 (11 trimestres), mais o triênio de 2017 a 2019, deu conta de que o Brasil perdeu quase 30 mil indústrias em seis anos, bem como 1,4 milhão de vagas, conforme Pesquisa Industrial Anual do IBGE. Entre outros motivos, a ausência de uma reforma tributária, para acabar com o cipoal de muitas leis, que asfixiam as indústrias, além de forte recessão e baixíssimo crescimento no período em tela, estão entre os principais motivos da desindustrialização. Em 2013, o Brasil alcançava o maior número de indústrias registradas, consoante série histórica do IBGE. Porém, daquele ano para 2019, somente se registraram quedas. Ou seja, de 334 mil indústrias, em 2013, passou-se para 306 mil indústrias, em 2019. É notória a perda de competitividade industrial, em termos internacionais, muito associada ao câmbio, em razão também da falta de mais...

PANDEMIA DO COVID CONTINUA MATANDO

  A pandemia do covid-19 continua matando. O País registrou anteontem 11 mortes por covid-19, além de 901 casos registrados há dois dias, véspera do segundo turno das eleições. A atualização dos dados até o dia 29 deste mês houve quase 35 milhões de pessoas infectadas pelo coronavírus e 688 mil mortes, desde início da pandemia. A média móvel de casos apresenta tendência de crescimento de 31%, em relação aos dados de duas semanas anteriores. Ela agora é de 5.186 casos por dia. A média móvel de vidas perdidas também está em alta, com uma taxa de 67%, em relação há duas semanas. A vacinação mundial já atingiu mais de dois terços da população global, que receberam a primeira dose da vacina contra o covid-19. Porém, as desigualdades entre os países, quanto às vacinações fizeram com que a Organização Mundial de Saúde continuasse mantendo o status de emergência sanitária internacional. No País está sendo cogitada a aplicação de uma quarta dose de vacinas. O vírus continua a sofrer m...

ENDIVIDADOS NO PAÍS

  O numero de endividados no Brasil voltou a bater novo recorde, segundo estatísticas do sistema Serasa. O Brasil registrou 67,9 milhões de pessoas com contas atrasadas em agosto, maior número desde o início do levantamento em 2016. Form 300 mil pessoas inadimplentes a mais, em relação ao mês de julho. A SERASA ressaltou que o mês registrou elevado número de negociações de dívidas, chegando a 2,8 milhões de débitos, evidenciando 22% a mais em relação a julho, proporcionando um freio no   crescimento da inadimplência no País. Os bancos e os cartões de crédito tem a maioria das dívidas, cerca de 28,8% do total. Em seguida, vem a s contas básicas, tais como água, luz, gás, com 22,1%. Em terceiro lugar vem o segmento financeiro com 13,8%. O Estado que tem mais inadimplentes é São Paulo, com 16.072.592 deles. O Estado de menor inadimplência é Roraima, com 214.557, informou a SERASA.

TAXA DE PESSOAS OCUPADAS

  29-10-2022 A taxa de pessoas ocupadas no País é a melhor desde 2012.   As estatísticas foram divulgadas pelo IBGE, conforme Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC). O contingente de pessoas ocupadas no Brasil cresceu 1% ao longo do trimestre encerrado em setembro, atingindo um novo recorde na série histórica. Naquele momento existiam 99,3 milhões de pessoas, que trabalhavam pelo menos uma hora completa durante a semana, cujas remunerações poderiam ser em dinheiro, benefícios, produtos ou regalias. A PNADC trouxe um cenário de estabilidade no contingente de trabalhadores sem carteira assinada, correspondendo a 13,2 milhões de pessoas. Trata-se do maior nível desde o início da série histórica em 2012. O número daqueles com emprego formal apresentou alta de 1,3%, em relação ao trimestre anterior, em cerca de 3 milhões de pessoas. Na comparação anual o acréscimo foi de 8,2%. Conforme o pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, Fernando Holanda Barbosa ...

ECONOMIA EM RITMO DE ALTA

  Em pouco tempo a economia mundial mudou de ritmo de baixa para ritmo de alta. Foi só o Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulgar a taxa de crescimento anualizada deste ano, no nono trimestre, de 2,6%, a despeito de dois trimestres de PIBs de taxas negativas, novas perspectivas ingressaram para os agentes econômicos.   Por seu turno, os preços do barril do petróleo subirem, por forte demanda, aliviando os temores de recessão mundial. Ontem, o barril de petróleo subiu mais de um dólar, mediante otimismo com as exportações de petróleo dos Estados Unidos, já que á sinais de que os receios recessivos se dissiparam e estão superando a preocupação com a baixa demanda da China. No Brasil, não é diferente. O otimismo com a geração de mais empregos do que as previsões sucessivas e anteriores estimativas dos agentes econômicos inversas fizeram com que as previsões de que o PIB se elevará por volta de 3% e os próximos anos serão de realização de investimentos já contrat...

GERAÇÃO DE EMPREGO

  O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) registou que o Brasil computou um saldo de 278.085 vagas de emprego, no mês de setembro, bem como todas as 27 unidades da Federação apresentaram saldos positivos. O País encerrou o terceiro trimestre com a menor taxa de desemprego nos últimos sete anos, segundo divulgou o IBGE, de 8,7%, prosseguindo com a recuperação do mercado de trabalho, mediante aumento das pessoas com carteira assinada, conforme também está a apontar o referido CAGED. Citada taxa pelo IBGE foi a mesma registrada em julho de 2015. Entretanto, o trabalho informal continua sendo de forte presença. Consoante o IBGE, em sua Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, no primeiro trimestre do ano passado, a taxa de desocupação estava em 12,6%, no segundo trimestre deste exercício estava em 9,3%% e agora está em 8,7%. Foram mais de 2,2 milhões de empregos criados, suplantando as expectativas de quem, no início do ano projetava a geração de um mi...

PROJETO DE REFORMA TRIBUTÁRIA TRAMITANDO

  A Proposta de Emenda Constitucional no. 45 (PEC 45), de 2019, discutida no Congresso, teve uma respeitável apreciação do Centro da Cidadania Fiscal (CCF), órgão baseado em São Paulo, que objetiva subsidiar a simplificação da complexa malha tributária do País, PEC esta, datada de outubro de 2020 e texto do CCF se encontra disponível pela internet. Em tese, a proposição visa unificar cinco impostos em um só, denominado de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) ou Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), substituindo três impostos federais, o IPI, PIS e COFINS, um estadual, o ICMS, e um municipal, o ISS. A PEC adveio do governo de Jair Bolsonaro, no seu primeiro ano de governo, sendo exaustivamente discutida no Legislativo e até hoje não foi aprovada. Não é difícil entender. No Legislativo existem 32 partidos políticos, organizados em bancadas, tais como a ruralista, a evangélica, a da bala, dentre outras. Subdividido entre os interesses regionais, estaduais e municipais. Muito difícil ...