27/01/2017 - LIMITES DE PROGRAMA DE GOVERNO
Há dez anos, nesse mesmo dia, o País debatia o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1). O artigo era intitulado de “Opiniões contra e a favor”. O governo festejava como um resgate do planejamento de longo prazo, após quase 30 anos. Os seus críticos se referiam que o PAC 1 era tímido. Os limites eram dados pela participação da União com cerca de 20% das inversões, sendo 30% delas a cargo da Petrobras. Ou seja, 14% efetivos da União e 6% da petroleira. No final do PAC 1, segundo o governo 40% realizado, veio o PAC 2, interrompido, pelo déficit público de 2014 e pelos escândalos de corrupção na Petrobras. O PAC 3 nem começou. Na verdade, os presidentes da República, depois do fim dos planos de desenvolvimento (1949-1979), antes de serem eleitos, sejam Tancredo Neves, José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer, fizeram campanha se referindo a um plano, um programa, uma agenda, uma plataforma, uma ponte, ou sej...